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Ainda não submeteu seu trabalho???

06/07/2015

Faltam apenas 8 dias para você submeter seu trabalho! O prazo foi prorrogado para 15/7!!!

Para saber mais acesse:

http://www.pucsp.br/webcurriculo/midiassociais/webcurriculo-email-2015.html

10 Habilidades Necessárias na Era Digital

04/07/2015

A nossa “era” também chamada de “era digital”, que nos proporciona navegabilidade pela internet por meio de incontáveis links e estruturas hipertextuais e assim nos possibilita o consumo de ilimitadas informações, também nos oportuniza não somente o contato com universos múltiplos, mas nos dá a possibilidade de podermos disponibilizar conteúdos através de ferramentas participativas das plataformas da web 2.0. Só que estar online dia e noite, realidade virtual que atravessamos, não nos faz hábeis em relação a qualidade da coleta e ao consumo de informações que elegemos e nem nos garante uma convivialidade intergrupal participativa, integrativa e complementar . Desta forma neste post vou listar as 10 habilidades necessárias a todos na era digital.
Antes quero lembrar que quando a banda larga passou a ser ofertada por volta do ano 2000, tivemos acesso a uma internet que oportunizou de maneira muito mais acelerada a termos o acesso às coisas do mundo, e assim provocou a mudança de inúmeros modelos que até ali davam conta de explicar as coisas ao nosso redor. Mas a grande e maior revolução que a web 2.0 nos trouxe, foi a oportunidade de transformação de nosso próprio paradigma pessoal, pois deixamos de ser pessoas que vez ou outra estavam conectadas, para nos tornarmos cada vez mais pessoas conectadas em rede o tempo todo. Nos tornamos seres humanos absolutamente online. Tanto é isto que algumas pessoas checam seus smartphones até 150 vezes ao dia, segundo a analista de internet Mary Meeker.
Definitivamente estamos vivendo em paralelo a era digital, uma outra “era” que aqui denomino como a “era da mega intergrupalidade”, pois nunca na história humana fomos tão conectados uns aos outros em um sentido ostensivamente coletivo, como nos dias atuais. Historicamente os nossos principais grupos geradores de profundas conexões interpessoais sempre foram a família e a escola. Com as evoluções tecnológicas que permeiam o mundo todo, fomos obrigados a sair do nosso próprio habitat relacional e adentramos o oceano de pessoas que navegam pela internet por inúmeros motivos como a vontade de buscar a socialização através das redes sociais, ou o desejo de opinar em blogs e sites de diversos temas, ou até mesmo a necessidade de comprar produtos pela net e estudar online.
Desta forma, nesta era digital vivemos em uma matriz de vida que nos exige inúmeras competências e habilidades, reeditadas e o tempo todo; assim como faz que tenhamos a necessidade de buscarmos desenvolver outras tantas que ainda necessitam ser sedimentadas em nosso universo pessoal e profissional. A era digital obrigatoriamente nos recicla. Sim, a era digital, é o momento presente e que nos dá tantas experiências e nos faz aperfeiçoar inúmeras habilidades e competências que se tornam absolutamente obrigatórias à nossa vida virtual.
Desta maneira confira comigo as 10 habilidades necessárias na era digital.
Vamos a elas? Faça o seu check list!
 Habilidades Necessárias a Todos na Era Digital
Habilidade de uso da internet

Habilidade de uso de ferramentas tecnológicas interativas

Habilidade de comunicação verbal e escrita

Habilidade de coletar informações fidedignas pela internet

Habilidade em certificar a veracidade da fonte informacional da internet

Habilidade de pensar em um modelo mental sistêmico e não apenas linear

Habilidade de se comportar de maneira ética nas redes sociais

Habilidade em viver em coletividade pela web.

Habilidade em respeitar pontos de vista opostos aos seus quando em convívio coletivo na web.

Acuidade em perceber e interpretar as mais diferentes multimídias

As pessoas de maneira geral devem aprender a validar uma informação acessada pela internet, para com isto poder refletir, analisar, interpretar e finalmente consumir a informação encontrada. Estas são habilidades básicas e necessárias a todos que navegam pela web 2.0, ou seja, não apenas professores online e alunos virtuais que constroem conhecimento a partir de cursos a distância, mas absolutamente todos! Até para você comprar um produto nos dias de hoje pela internet, será necessário aplicar inúmeras das 10 habilidades que listei a pouco.
Hoje entendemos o mundo e principalmente a educação, chamada de “Educação 2.0″, à partir dos avanços tecnológicos e das próprias tecnologias educacionais sofisticadas assim como todo o manancial de ambientes virtuais e de ferramentas de aprendizagem, que proporcionam uma reciclagem no aprender e no re-aprender, pois tutores de educação a distância não mais ensinam alunos, mas equalizam o desenvolvimento de todo potencial de aprendizagem autônoma de cada aprendiz, apoiando-se em um fazer mediatizado por informações disponibilizadas em conteúdos e entregues pelos cursos a distância livres ou institucionalizados, assim como pela própria internet, detentora de uma infinita gama de informações.
– See more at: http://www.educacao-a-distancia.com/10-habilidades-necessarias-na-era-digital/#sthash.Q0aIWELu.dpuf

Data para submissão de trabalhos prorrogada!!!

03/07/2015

topo-tema-trabalhosJá sabem da novidade???

O prazo para submissão de trabalhos foi prorrogado de 7 de julho para 15 de julho!

Não percam a oportunidade de participar!

Mais informações acesse:

http://www.pucsp.br/webcurriculo/submissao-de-trabalhos.html#.VZXn1RtViko

Livros online para formação de professores

02/07/2015

Estão disponíveis para download gratuito 62 obras que integram a Coleção Educadores, do Ministério da Educação. A seleção é voltada a professores da educação básica e a instituições de educação superior que atuam na formação de docentes. O acesso é livre no portal domínio público.

Livros online para formação de professores

Já imaginou uma escola sem provas? Conheça algumas

01/07/2015

Algumas escolas no Brasil utilizam métodos diferentes para avaliar o desempenho de cada aluno, passando longe da prova tradicional

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Sem aquela tensão na hora de responder as perguntas, sem o pavor do “branco” e sem o suspense da nota. É possível ter uma escola sem provas. Algumas instituições de ensino no Brasil seguem esse modelo, numa proposta pedagógica um pouco diferente das escolas tradicionais. Um desses lugares é a Escola Politeia, de São Paulo. A instituição é particular e tem apenas cerca de 30 alunos. São aceitos alunos do 1º ao  9º ano. Osvaldo de Souza, educador da instituição, justifica a decisão com a própria filosofia da escola. “Acreditamos que qualquer escolha que o estudante faça o ajuda a construir conhecimento. Ele não é o receptor passivo de informação, ele é o produtor do conhecimento. Sendo assim, não faz sentido ter provas”, explica.

Acreditamos que cada estudante tem sua forma de desenvolver conhecimento", defende Osvaldo de Souza, educador da Escola Politeia, de São Paulo Foto: Divulgação

Acreditamos que cada estudante tem sua forma de desenvolver conhecimento”, defende Osvaldo de Souza, educador da Escola Politeia, de São Paulo
Foto: Divulgação

Para ele, a prova é uma lista de conteúdos que o professor tentou transmitir e vai verificar por meio de várias questões. “Acreditamos que cada estudante tem sua forma de desenvolver conhecimento. Eles podem escolher o que querem aprender e aprender em tempos diferentes, então a prova perde o seu sentido. Não há como avaliar igualmente utilizando essa perspectiva de trabalho”.

Mesmo sem provas, a Politeia ainda faz avaliações. “Avaliação contínua, autoavaliação e avaliação textual compõem o nosso conceito”, Souza enumera. É necessário que, ao fim de cada ano, exista alguma forma de medir o desempenho do aluno, e para isso, a escola trabalha com conceitos. “Tentamos desassociar o conceito da nota. Os alunos sabem que os conceitos existem, mas não tem a burocracia da nota. Numa escola tradicional, se destaca o número final, e nós tentamos nos dissociar disso”. Por acreditar que cada estudante tem seu tempo de aprendizagem, a reprovação também não existe nessa escola. “Se trabalhamos com cada um desenvolvendo os conhecimentos em seu tempo, a reprovação não faz sentido”.

"A gente conhece um modelo e acha que aquele é o único que funciona, mesmo que não funcione, diz a psicóloga Rosely Sayão Foto: Divulgação

“A gente conhece um modelo e acha que aquele é o único que funciona, mesmo que não funcione, diz a psicóloga Rosely Sayão
Foto: Divulgação

A Politeia segue o modelo de escola democrática; isso significa que é uma instituição com decisões coletivas, onde a comunidade ajuda a escolher os rumos da escola, em todos os sentidos. Há assembleias entre comunidade, estudantes e famílias para decidir sobre regras da escola até questões pedagógicas. “Trabalhamos também com a ideia de emancipação do sujeito e autonomia. Trata-se de ter uma formação política pra entender o mundo. Toda semana tem assembleia e isso forma o aluno para saber argumentar, defender suas propostas, decidir o que vai aprender”, comenta. Lá, o aluno escolhe sobre qual assunto quer pesquisar e desenvolve um projeto de pesquisa durante todo um semestre.

A proposta pedagógica que a Escola Politeia segue tem uma precursora, a Escola da Ponte, de Portugal, famosa entre educadores. Há mais de 40 anos, a instituição fundada por José Pacheco segue a mesma linha didática e é referência mundial no modelo. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Amorim Lima, também em São Paulo, é outra instituição inspirada nessa metodologia.

Na Amorim Lima, a prova foi abolida com a transição para um novo projeto pedagógico. “No começo, os pais ficaram receosos. A gente é conservador. A gente conhece um modelo e acha que aquele é o único que funciona, mesmo que não funcione”, diz a psicóloga Rosely Sayão, uma das organizadoras do novo projeto. Hoje, os alunos são classificados por meio de projetos e têm maior autonomia.

A psicóloga acredita que a prova perdeu o sentido enquanto instrumento educativo. “Tornou-se um instrumento de poder, de controle sobre os alunos”, explica. Ela relembra que o novo projeto pedagógico surgiu a partir da evasão alta que a escola enfrentava. Os alunos entre a 1ª e a 5ª séries começaram a estudar em grupos e a partir do desenvolvimento de projetos.

No Rio Grande do Sul, uma instituição de ensino nos mesmos moldes começa a se formar. É a Escola Sepé Tiaraju II, em Eldorado do Sul, região metropolitana de Porto Alegre. A escola deve iniciar as suas atividades em 2015 e trabalhará com o mesmo modelo: não há divisão de séries, os alunos serão divididos em três ciclos (iniciação, desenvolvimento e aprofundamento) e é desconstruída a ideia de professor, todos são educadores. A futura diretora da escola, Rosângela Debom, também afirma que não trabalharão com o conceito de provas ou reprovação. “Não existe reprovação, mas o aluno não avança se não cumprir a questão dos valores. É o tempo do próprio aluno”, esclarece.

Legislação não exige prova
O Ministério da Educação afirma, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que as escolas devem ter alguma forma de avaliação, mas não menciona o formato tradicional de provas. “A crítica que fazemos é que a prova pede que todos da mesma turma, mesma idade, transmitam no mesmo tempo aquilo que aprenderam. Cada pessoa tem um tempo diferente, nem todo mundo aprende ao mesmo tempo, chega a ser injusto e cruel juntar ao mesmo tempo. A prova coloca todos no mesmo patamar e ainda traz a nota junto. É a mesma avaliação para pessoas diferentes com habilidades diferentes, é muito injusto”, avalia Souza.

Dirce Foletto de Moraes é doutoranda em educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e atua na área de didática, tecnologia e avaliação da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Para ela, a prova como é realizada hoje, com questões objetivas, acaba servindo apenas para classificar os melhores e piores alunos da classe. Ela vê vantagem se a prova for aplicada para avaliar aprendizagens adquiridas, identificar falhas e tentar corrigi-las.

As escolas democráticas podem não fazer provas, mas algum meio de avaliação é necessário, conforme exigido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A professora Dirce explica a importância da avaliação. “Independentemente de prova, portfólio ou qualquer outro instrumento avaliativo, eles devem servir para perceber em que momento do aprendizado o aluno se encontra.”

Ela defende a mudança do formato das questões propostas em provas para os alunos e estimula a reflexão dos professores sobre o objetivo de cada pergunta. “Observo questões muito complexas que só confundem a cabeça do aluno ou questões objetivas que servem para constatação, pura decoreba que não faz sentido. O aluno deveria aproveitar o momento da prova para poder refletir sobre aquilo que sabe e sobre o que ainda precisa aprender”.

Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o TerraCartola – Agência de Conteúdo – Especial para o Terra

A escola do século 21

30/06/2015

A estrutura atual das escolas é do século 19, o currículo do século 20, e os alunos, do século 21. Alguma dúvida de que já passou a hora de mudarmos a nossa escola?

Vamos por partes, começando pelo final da pergunta. Sim, nossa escola. Melhorar a Educação é tarefa de todos nós, de toda a sociedade. O artigo 205 da Constituição Federal diz que a Educação é direito de todos e dever do Estado e da família, com a colaboração da sociedade. Então, mesmo que você não seja da área, esse assunto também é seu, pois diz respeito à sociedade que estamos construindo.

E sobre mudar a escola? Todos nós passamos por ela, e por vários anos. Então temos referências muito fortes a respeito do que ela é: aulas com tempo de duração fixo; professores cuja função é ensinar; alunos que não aprendem do jeito como foram ensinados repetem o ano, e assim por diante. Como a escola “deu certo” para a maioria de nós – ou assim acreditamos –, o modelo se mantém sem muito espaço para inovações.

No entanto, neste momento a mudança é imperativa. A tecnologia avança aceleradamente, os interesses dos alunos são outros, a sociedade é mais complexa, e a economia, mais interdependente. Nos últimos anos, a humanidade produziu muitos conhecimentos que têm pouco espaço no currículo atual. E, por fim, o mercado de trabalho exige novas competências.

Além desses fatores externos, a mudança se faz necessária também pelo fato de o atual sistema não conseguir garantir efetivamente o aprendizado para a maioria de nossos alunos. No Brasil, apenas metade das crianças são plenamente alfabetizadas até os 8 anos de idade, e só 10% dos jovens que concluem o ensino médio aprendem o mínimo adequado em matemática. Além disso, nem todos os que entram na escola chegam a concluir a Educação Básica, essencialmente porque não conseguiram avançar nos estudos e acabam por desistir.

Algo está muito errado, e é preciso mudar. O diagnóstico está aí. É impossível não perceber que esse não é o caminho.

Não acredito que agora devamos ir para o outro extremo, quebrar todos os muros e inverter totalmente os papéis. Mas é preciso começar a andar por outros caminhos, encontrar as fórmulas brasileiras de fazer uma educação adequada para o século 21. Há experiências e estudos por aqui e pelo mundo que podem nos ajudar nessa busca.

Conheça nossos palestrantes do evento!

29/06/2015

Convidados Especiais

António Dias de Figueiredo

Professor catedrático emérito da Universidade de Coimbra, investigador, autor e consultor em Estratégia, Qualidade e Tecnologias na Educação. Doutor Honoris Causa pela Universidade Aberta e Sigillum Magnum pela Universidade de Bolonha. Autor de mais de duas centenas de artigos científicos e capítulos de livros

Bento Silva

Professor do Instituto de Educação da Universidade do Minho (Portugal), Doutor em Educação, na área da Tecnologia Educativa. Atualmente, Foi Vice-Presidente do Instituto de Educação e Psicologia (2003-2010) e Vice-Presidente do Instituto de Educação (2010-2013), Diretor do Departamento de Estudos Curriculares e Tecnologia Educativa. Desenvolve atividades de docência e pesquisa nos Programas de Mestrado e de Doutoramento em Tecnologia Educativa. É autor de diversos trabalhos de investigação sobre Tecnologia e Comunicação Educacional, recaindo os seus atuais interesses de investigação na concepção e desenvolvimento de estratégias para a integração das TDIC na Educação, particularmente na Educação Online.

Carlos Roberto Jamil Cury

Professor titular (aposentado) emérito da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. É professor adjunto da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais atuando na Graduação e Pós-Graduação (mestrado e doutorado). Membro do Conselho Superior da CAPES. Tem experiência e publicações em temas sobre direito à educação, lei de diretrizes e bases, política educacional, legislação educacional e educação de jovens e adultos.

Clelia Brandao Alvarenga Craveiro

Graduada em Pedagogia: Orientação Educacional e Administração Escolar pela UCG, especialista em Metodologia de Ensino pela Pontifícia, mestrado interrompido em Educação Escolar Brasileira da Faculdade de Educação da UFG. Atualmente é Diretora de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania – DPEDHUC, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – SECADI, Ministério de Educação-MEC e também professora titular da PUC-Goiás, ex-presidente do CNE 2008-2010, ex-reitora da PUC Goiás (1994-2001).

Danilo Romeu Streck

Possui graduação em Letras pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1972), mestrado em Educação Teológica – Princeton Theological Seminary (1975) e doutorado em Fundamentos Filosóficos da Educação – Rutgers – The State University of New Jersey (1977). Realizou estágio de pós-doutorado na Universidade da Califórnia, Los Angeles, e no Max-Planck Institute for Human Development, em Berlim. É professor titular da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, onde atua principalmente nos seguintes temas: educação popular, educação e exclusão social, mediações pedagógicas e processos participativos. Integra o Comitê Assessor da área da Educação do CNPq e o Comitê Assessor da área da Educação e Psicologia da FAPERGS. É editor executivo da Revista International Journal of Action Research.

Dario Fiorentini

Licenciado e mestre em Matemática e doutor em Educação. Atualmente é pesquisador do CNPq (PQ-1D) e professor-pesquisador da FE/Unicamp, tendo como campo de estudo a educação matemática e os processos de formação, aprendizagem e desenvolvimento do professor. Publicou mais de 80 artigos em periódicos ou capítulos de livros e publicou/organizou 10 livros. Orientou mais de 30 dissertações/teses de mestrado/doutorado em Educação e Educação Matemática. Foi Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação da Unicamp.

Guilherme Canela De Souza Godói

É assessor regional de Comunicação e Informação da UNESCO para o Mercosul e Chile. Coordenou, por oito anos, a área de pesquisa de mídia e jornalismo da Agência de Notícias dos Direitos da Infância – ANDI. Foi consultor de pesquisa do Instituto Latino-Americano das Nações Unidades para a Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente e do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo. Foi membro titular do Grupo de Trabalho do Ministério da Justiça para Subsidiar a Regulamentação da Classificação Indicativa da Programação de Televisão e pesquisador associado do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da UnB. É bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP). É coautor da série Mídia e Mobilização Social, publicada pela ANDI, em parceria com a Editoria Cortez.

Hermes Renato Hildebrand

Possui graduação em Matemática pela PUCSP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1977), Mestrado em Multimeios pela UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas (1994) e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUCSP (2001). Atualmente é professor da UNICAMP e da PUCSP e exerce o cargo de coordenador do Programa de Pós-Graduação do TIDD – Tecnologia da Inteligência e Design Digital, da PUCSP e coordenador associado do Curso de Graduação em Midialogia na UNICAMP. Tem experiência nas áreas de matemática, semiótica, educação, comunicação, marketing, publicidade, propaganda, artes e jogos eletrônicos, com ênfase no uso das tecnologias digitais, instalações interativas e sistemas digitais. Em educação desenvolve projetos de ensino-aprendizagem com metodologia de formação de pessoas para serem utilizadas em escolas, comunidades e instituições empresariais focando o conceito de usuário gerador de conteúdo.

Jarina Fernandes

Doutora pelo Programa de Pós-Graduação Educação: Currículo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008-2012), no qual realizou o Mestrado (2003-2005), sendo graduada em Pedagogia nessa universidade (1993-1997). Professora adjunta no Departamento de Teorias e Práticas Pedagógicas da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Atualmente é coordenadora do Curso de Pedagogia a distância – UAB/UFSCar e coordenadora de área do Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID-UFSCar) junto ao Curso de Pedagogia presencial. Tem desenvolvido pesquisas na área de educação de jovens e adultos, tecnologias e formação inicial.

Lino de Macedo

É graduado (1966) em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de São José do Rio Preto, mestre (1970), doutor (1973) e livre docente (1983) em Psicologia pela Universidade de São Paulo. É membro da Academia Paulista de Psicologia e docente aposentado (a partir de agosto de 2011) do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo onde exercia o cargo de professor titular. É professor e orientador no Programa de Pós- graduação em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano, neste instituto, tendo orientado 70 teses de doutorado e dissertações de mestrado. Sua linha de pesquisa é sobre o valor dos jogos na Psicologia e Educação como recurso de observação e promoção de processos de aprendizagem e desenvolvimento, na visão de Piaget. Atualmente, é integrante do Instituto de Pesquisa do Hospital Infantil Sabará – Pensi.

Miriam Struchiner

Professora associada da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Diretora do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde – NUTES/UFRJ, coordenadora do Laboratório de Tecnologias Cognitivas (LTC/NUTES) desde 1995, líder do grupo de pesquisa “Pesquisa e Desenvolvimento de Ambientes Construtivistas de Aprendizagem Presenciais e a Distância com o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação”. Atua na área de Tecnologia Educacional, com ênfase na pesquisa e desenvolviimento de Ambientes de Aprendizagem baseados em Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na Educação em Ciências e Saúde, principalmente nos seguintes temas: educação a distância, Internet e Educação, aprendizagem colaborativa, construtivismo social, formação de recursos humanos em saúde e educação em ciências e saúde na escola básica. Possui graduação em Desenho Industrial pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1977), mestrado em Educação – Boston University (1986) e doutorado em Educação – Boston University (1992).

Roberto Sidnei Macedo

Possui graduação em Psicologia Clínica e Educacional pelo Centro Ensino Unificado de Brasília (1975), Mestrado em Educação pela Universidade Federal da Bahia (1988), Doutorado em Ciências da Educação – Universidade de Paris VIII (1995), Pós-doutorado em Currículo e Formação pela Universidade de Fribourg na Suíça (2007). Atualmente é Professor Titular da Universidade Federal da Bahia, credenciado nos Programas de Mestrado e Doutorado em Educação e Doutorado Multidisciplinar e Multi-institucional em Difusão do Conhecimento. Nesse contexto coordena o Grupo de Pesquisa FORMACCE em Aberto. Coordenador do GT de Currículo da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPED , tem experiência na área de Educação com ênfase em Currículos Específicos para Níveis e Tipos de Educação, atuando principalmente nos seguintes áreas: currículo; formação docente; formação; infância e educação; epistemologia da educação,etnopesquisa crítica e etnopesquisa-formação.

Rosane Aragón

Doutora em Informática na Educação (2001), mestre em Educação (1988) e graduada em Psicologia (1983) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Pós-doutorado pela Universidade Federal do Espírito Santo. Professora Associada da Faculdade de Educação da UFRGS e docente no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEDU/UFRGS), orientando alunos de mestrado e doutorado, Coordenadora do Curso de Graduação em Pedagogia – Licenciatura na modalidade a distância (PEAD/FACED/UFRGS), líder do Núcleo de Estudos em Tecnologias Digitais na Educação. Desenvolve pesquisas na área de Educação, com ênfase em Aprendizagem em Ambientes Digitais, atuando principalmente nos seguintes temas: educação a distância, formação de professores, informática na educação, aprendizagem e projetos de aprendizagem.

Não deixe de participar! IV Seminário Web Currículo e o XII Encontro de Pesquisadores!!!

26/06/2015

O evento em comemoração aos 40 anos do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da PUC – SP se propõe a realizar atividades que fortaleçam os espaços, criados nas edições anteriores dos Seminários Web Currículo e dos Encontros de Pesquisadores, para o diálogo entre professores de pós-graduação, graduação, licenciaturas, educação básica, de contextos de educação formal, informal e não-formal, de projetos socioculturais e afins. Para tanto, serão realizadas palestras de estudiosos do Brasil e do exterior, mesas-redondas com convidados, apresentações de trabalhos em cinco modalidades.webcv

Confira a entrevista de Lino Macedo!

26/06/2015

Confira a entrevista de Lino de Macedo, um de nossos palestrantes, para a Nova Escola sobre a importância dos jogos na Educação!
https://www.youtube.com/watch?v=KhV0def45fs

INSCREVA SEU TRABALHO!

16/06/2015

Analise em qual das modalidades abaixo seu trabalho se encaixa melhor!

  • Comunicação oral: formato de artigo completo caracterizado como um trabalho original e ainda não publicado. Os artigos podem ser do tipo relato de experiência, relatório com os resultados finais ou parciais de pesquisa, descrição de projeto em andamento, desenvolvimento de materiais didáticos digitais de apoio ao currículo, sempre de acordo com o rigor de um trabalho científico.

  • Pôster: formato de artigo curto contendo um relato sobre pesquisas, cursos, experiências e atividades em andamento.

  • Oficina: com duração de duas ou quatro horas sobre temas. Eixos temáticos do evento.

  • Relato de Prática Pedagógica: relato de práticas pedagógicas desenvolvidas em distintos ambientes escolares e não escolares registrados em formulários específicos disponíveis no site do evento. Tais relatos podem ser apresentados em conjunto pelos professores e alunos envolvidos nas atividades pedagógicas, registrados em formulários específicos disponíveis no site do evento.

  • Seminário de Pesquisa: apresentação de pesquisa (de doutorado, mestrado ou iniciação científica) em andamento.

Período para submissão de trabalhos:
De 29/05/2015 a 07/07/2015

Divulgação dos resultados no site:
A partir de 03 de agosto de 2015

Pré-Inscrição online para submissão de trabalhos no evento:
Até o dia 06/07/2015

Pagamento online para participação no evento (confirmação da inscrição):
Até o dia 10/09/2015.

 


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